No Brasil a serviço do PSG, o Diretor Esportivo, Raí, deu uma entrevista a um site esportivo brasileiro na qual falou de sua alegria em poder vestir as camisas dos seus dois times do coração (PSG e São Paulo):
- Poder jogar pelos dois times do meu coração novamente, será um dos momentos mais felizes da minha vida, ainda mais participando da despedida de dois grandes jogadores do futebol francês e contribuindo com projetos que beneficiam crianças e jovens, que são o futuro do nosso planeta.
Raí falou da idéia dos jogos:
- Estavamos planejando um jogo para a despedida de Mákélélé e Coupet e queriamos fazer um grande evento. O presidente do PSG teve a ideia de fazer o jogo beneficente, para ajudar a Fundação Gol de Letra e o Unicef e que eu participasse do jogo. Então, eu complementei a ideia falando do Criança Esperança, sugerindo o São Paulo como adversário em dois jogos, com um jogo no Brasil e o presidente aprovou.
No link abaixo você pode ver a entrevista completa:
http://globoesporte.globo.com/futebol/noticia/2011/07/craque-dentro-e-fora-dos-gramados-rai-falou-sobre-sua-nova-fase-no-PSG.html
1.11.11
20.10.11
Anúncio: Pré-temporada e jogo de despedida para Makélélé e Coupet
18/07/11
O Paris Saint-Germain anuncia que a pré-temporada do clube será nas Américas e que fará dois jogos de despedida para o volante Claude Makélélé e o goleiro Grégory Coupet, recém-aposentados com a camisa do PSG.
O Diretor Esportivo do PSG, Raí, que está no Brasil, viajou por alguns países da América e acertou os jogos amistosos da pré-temporada do PSG com o Los Angeles Galaxy dos Estados Unidos, o Club América do México, o Boca Juniors da Argentina e o São Paulo do Brasil. Os jogos serão nos países das equipes.
Os dois jogos de despedida para Claude Makélélé e Grégory Coupet serão contra o São Paulo nos dias 03/08/11, no estádio Morumbi e 07/08/11, no Parc des Princes. O dinheiro arrecadado com a venda dos ingressos será repassado a agência das Nações Unidas, o Unicef, ao projeto social brasileiro, Criança Esperança e ao projeto social brasileiro, Fundação Gol de Letra, que foi criada pelos brasileiros Raí de Oliveira e Leonardo Nascimento de Araújo.
Além disso, os fans do PSG e do São Paulo terão a oportunidade de ver em campo o ídolo Raí, que jogará com a camisa do São Paulo no Morumbi e com a camisa do PSG no Parc des Princes.
O Paris Saint-Germain anuncia que a pré-temporada do clube será nas Américas e que fará dois jogos de despedida para o volante Claude Makélélé e o goleiro Grégory Coupet, recém-aposentados com a camisa do PSG.
O Diretor Esportivo do PSG, Raí, que está no Brasil, viajou por alguns países da América e acertou os jogos amistosos da pré-temporada do PSG com o Los Angeles Galaxy dos Estados Unidos, o Club América do México, o Boca Juniors da Argentina e o São Paulo do Brasil. Os jogos serão nos países das equipes.
Os dois jogos de despedida para Claude Makélélé e Grégory Coupet serão contra o São Paulo nos dias 03/08/11, no estádio Morumbi e 07/08/11, no Parc des Princes. O dinheiro arrecadado com a venda dos ingressos será repassado a agência das Nações Unidas, o Unicef, ao projeto social brasileiro, Criança Esperança e ao projeto social brasileiro, Fundação Gol de Letra, que foi criada pelos brasileiros Raí de Oliveira e Leonardo Nascimento de Araújo.
Além disso, os fans do PSG e do São Paulo terão a oportunidade de ver em campo o ídolo Raí, que jogará com a camisa do São Paulo no Morumbi e com a camisa do PSG no Parc des Princes.
18.10.11
Comunicado
16/07/11
O goleiro Apoula Edel, o zagueiro Sammy Traoré, o meia Jêrome Rothen e o atacante Péguy Luyindula decidiram trilhar novos caminhos mudando-se para os clubes Deportivo La Coruña, Hércules, Deportivo La Coruña e Laval respectivamente.
O Paris Saint-Germain agradece a todos por ter defendido as cores do clube e deseja-lhes boa sorte.
O goleiro Apoula Edel, o zagueiro Sammy Traoré, o meia Jêrome Rothen e o atacante Péguy Luyindula decidiram trilhar novos caminhos mudando-se para os clubes Deportivo La Coruña, Hércules, Deportivo La Coruña e Laval respectivamente.
O Paris Saint-Germain agradece a todos por ter defendido as cores do clube e deseja-lhes boa sorte.
17.10.11
Contrato de profissional para Loïck Landre, Neeskens Kebano e Jean-Christophe Bahebeck
15/07/11
Nesta manhã, o zagueiro Loïck Landre, de 19 anos, o meia Neeskens Kebano, de 19 anos e o atacante Jean-Christophe Bahebeck, de 18 anos assinaram seu primeiro contrato profissional com o PSG. O três jogadores assinaram por um período de três temporadas.
Nascido em Aubervilliers, Loïck Landre, passou pela seleção da França Sub-19 e recém-conquistou com o Paris Saint-Germain Sub-19 o segundo título de campeão da França em dois anos. Capitão na semi-final, uma lesão no tornozelo, no entanto, o tirou da final contra o Grenoble, em que o PSG venceu (2-0). Hoje a assinatura do primeiro contrato profissional, marca para o jovem defensor o início de uma nova aventura com o 'Rouge et Bleu'.
Nascido em Montereau-Fault-Yonne (Seine-et-Marne), Neeskens Kebano, fez todas as suas aulas no centro de treinamento do PSG e passou pela seleção da França sub-17, sub-18 e sub-19. Campeão da França no PSG Sub-19 em 2010 e 2011, o jovem meio-campista foi um dos destaques da equipe. Agora com o contrato assinado, ele dará seus primeiros passos como profissional.
Nascido em Saint-Denis, Jean-Christophe Bahebeck deu seus primeiros passos como jogador de futebol com apenas 7 anos, jogando pelo clube local Club Sportif Municipal de Persan (2000-2003), depois no Union Sportive Persan (2003-2007) até chegar ao PSG em Julho de 2007. Ele foi colocado na equipe sub-14 e logo desenvolveu uma reputação de um goleador em série. No sub-14 do PSG, Bahebeck dominou o campeonato francês sub-15 e, na temporada 2008-09, foi promovido a equipe sub-17. Na temporada nacional da equipe, ele marcou 17 gols em 23 partidas. Bahebeck conseguiu o primeiro título da carreira juvenil, quando ele contribuiu para o PSG sub-19 que venceu sua liga na temporada 2009-10. Ele marcou 14 gols em 20 aparições. O jogador passou também pela seleção da França sub-16 e sub-18. A partir de agora, o jovem atacante tem a oportunidade de continuar sua brilhante carreira com os parisienses.
Landre: "Hoje é o dia mais feliz da minha vida. Estou muito feliz por fazer parte do time principal. Sei que agora tudo será diferente, pois no time principal é o nível mais alto. Estou aqui para aprender e dar o meu melhor para esse clube que tanto amo."
Kebano: "Meu sonho era assinar com o time principal do PSG, pois é o time que eu torço desde a infância. Hoje sinto-me honrado que o clube confia em mim e agradecido pela oportunidade que o Wenger está me dando. Primeiro vou me orientar neste grupo para o progresso."
Bahebeck: "Este é um grande orgulho para mim com a assinatura no clube que eu amo desde a infância. É um sonho tornado realidade. Estou muito satisfeito por ter assinado com o time principal. Nesta temporada, eu fui campeão da França com o Sub-19 e vou dar o máximo para poder conquistar títulos com o principal!"
A. Wenger: "São três jogadores de grande potencial. O Landre é um zagueiro com boa marcação e bom no desarme. O Kebano é um meia com explosão e com boa capacidade técnica. O Bahebeck é um atacante nato, goleador, muito rápido com os dois pé e bom de bola. Eu mesmo escolhi o número para eles e se eles confirmarem a nossa boa expectativa, poderão escolher o número que desejarem."
Nesta manhã, o zagueiro Loïck Landre, de 19 anos, o meia Neeskens Kebano, de 19 anos e o atacante Jean-Christophe Bahebeck, de 18 anos assinaram seu primeiro contrato profissional com o PSG. O três jogadores assinaram por um período de três temporadas.
Nascido em Aubervilliers, Loïck Landre, passou pela seleção da França Sub-19 e recém-conquistou com o Paris Saint-Germain Sub-19 o segundo título de campeão da França em dois anos. Capitão na semi-final, uma lesão no tornozelo, no entanto, o tirou da final contra o Grenoble, em que o PSG venceu (2-0). Hoje a assinatura do primeiro contrato profissional, marca para o jovem defensor o início de uma nova aventura com o 'Rouge et Bleu'.
Nascido em Montereau-Fault-Yonne (Seine-et-Marne), Neeskens Kebano, fez todas as suas aulas no centro de treinamento do PSG e passou pela seleção da França sub-17, sub-18 e sub-19. Campeão da França no PSG Sub-19 em 2010 e 2011, o jovem meio-campista foi um dos destaques da equipe. Agora com o contrato assinado, ele dará seus primeiros passos como profissional.
Nascido em Saint-Denis, Jean-Christophe Bahebeck deu seus primeiros passos como jogador de futebol com apenas 7 anos, jogando pelo clube local Club Sportif Municipal de Persan (2000-2003), depois no Union Sportive Persan (2003-2007) até chegar ao PSG em Julho de 2007. Ele foi colocado na equipe sub-14 e logo desenvolveu uma reputação de um goleador em série. No sub-14 do PSG, Bahebeck dominou o campeonato francês sub-15 e, na temporada 2008-09, foi promovido a equipe sub-17. Na temporada nacional da equipe, ele marcou 17 gols em 23 partidas. Bahebeck conseguiu o primeiro título da carreira juvenil, quando ele contribuiu para o PSG sub-19 que venceu sua liga na temporada 2009-10. Ele marcou 14 gols em 20 aparições. O jogador passou também pela seleção da França sub-16 e sub-18. A partir de agora, o jovem atacante tem a oportunidade de continuar sua brilhante carreira com os parisienses.
Landre: "Hoje é o dia mais feliz da minha vida. Estou muito feliz por fazer parte do time principal. Sei que agora tudo será diferente, pois no time principal é o nível mais alto. Estou aqui para aprender e dar o meu melhor para esse clube que tanto amo."
Kebano: "Meu sonho era assinar com o time principal do PSG, pois é o time que eu torço desde a infância. Hoje sinto-me honrado que o clube confia em mim e agradecido pela oportunidade que o Wenger está me dando. Primeiro vou me orientar neste grupo para o progresso."
Bahebeck: "Este é um grande orgulho para mim com a assinatura no clube que eu amo desde a infância. É um sonho tornado realidade. Estou muito satisfeito por ter assinado com o time principal. Nesta temporada, eu fui campeão da França com o Sub-19 e vou dar o máximo para poder conquistar títulos com o principal!"
A. Wenger: "São três jogadores de grande potencial. O Landre é um zagueiro com boa marcação e bom no desarme. O Kebano é um meia com explosão e com boa capacidade técnica. O Bahebeck é um atacante nato, goleador, muito rápido com os dois pé e bom de bola. Eu mesmo escolhi o número para eles e se eles confirmarem a nossa boa expectativa, poderão escolher o número que desejarem."
14.10.11
Nicolas Douchez e Yohan Benalouane são apresentados
12/07/11
O goleiro Nicolas Douchez (31) e Yohan Benalouane (24) reforçam o setor defensivo do PSG. Os dois jogadores comprometeram-se por três temporadas.
Douchez iniciou a carreira no Le Havre e teve passagens pelo Châteauroux, Tolouse e Rennes, onde esteve nas últimas três temporadas.
Benalouane começou no Saint-Etienne e na última temporada atuou pelo Cesena.
Douchez
"É uma alegria imensa estar aqui no PSG! Quando era pequeno, eu vinha no Parc des Princes, de tempos em tempos. Agora poder atuar neste estádio místico, para mim é um orgulho sagrado.
É também um novo desafio. O PSG está num ponto de viragem da sua história. Eu queria participar dessa nova aventura e fazer parte deste projeto, com um clube ambicioso que visa o sempre o topo.
Eu vim aqui porque eu quero descobrir algo mais do que já experimentei antes. Muitos grandes goleiros passaram pelo PSG. Espero estar a altura e poder deixar minha marca no clube."
Benalouane
"Entrar no Paris Saint-Germain representa muito para mim. É uma grande alegria me juntar a um clube, que me oferece um grande oportunidade.
O Parc des Princes, é o estádio mais bonito da França, quando joguei aqui senti uma grande vibração, há sempre muitos torcedores que cantam durante todo o jogo. Estou ansioso para jogar aqui. Espero dar meu melhor no PSG."
Wenger
"Com a aposentadoria do Coupet, o Douchez é a melhor solução, pois além de suas qualidades em campo, é um trabalhador rígido que tem a experiência de alto nível com cerca de 200 partidas na Ligue 1. Além disso, é um parisiense de coração! Isto, aqui, nunca é desprezível ...(risos)
O Benalouane é um zagueiro muito forte no desarme individual e já tem uma boa experiência na Ligue 1. Com certeza ele será de grande ajuda ao PSG."
O goleiro Nicolas Douchez (31) e Yohan Benalouane (24) reforçam o setor defensivo do PSG. Os dois jogadores comprometeram-se por três temporadas.
Douchez iniciou a carreira no Le Havre e teve passagens pelo Châteauroux, Tolouse e Rennes, onde esteve nas últimas três temporadas.
Benalouane começou no Saint-Etienne e na última temporada atuou pelo Cesena.
Douchez
"É uma alegria imensa estar aqui no PSG! Quando era pequeno, eu vinha no Parc des Princes, de tempos em tempos. Agora poder atuar neste estádio místico, para mim é um orgulho sagrado.
É também um novo desafio. O PSG está num ponto de viragem da sua história. Eu queria participar dessa nova aventura e fazer parte deste projeto, com um clube ambicioso que visa o sempre o topo.
Eu vim aqui porque eu quero descobrir algo mais do que já experimentei antes. Muitos grandes goleiros passaram pelo PSG. Espero estar a altura e poder deixar minha marca no clube."
Benalouane
"Entrar no Paris Saint-Germain representa muito para mim. É uma grande alegria me juntar a um clube, que me oferece um grande oportunidade.
O Parc des Princes, é o estádio mais bonito da França, quando joguei aqui senti uma grande vibração, há sempre muitos torcedores que cantam durante todo o jogo. Estou ansioso para jogar aqui. Espero dar meu melhor no PSG."
Wenger
"Com a aposentadoria do Coupet, o Douchez é a melhor solução, pois além de suas qualidades em campo, é um trabalhador rígido que tem a experiência de alto nível com cerca de 200 partidas na Ligue 1. Além disso, é um parisiense de coração! Isto, aqui, nunca é desprezível ...(risos)
O Benalouane é um zagueiro muito forte no desarme individual e já tem uma boa experiência na Ligue 1. Com certeza ele será de grande ajuda ao PSG."
11.10.11
Apresentação de Kevin Gameiro, o primeiro reforço do PSG
08/07/11
O atacante Kevin Gameiro, de 24 anos comprometeu-se com o PSG por quatro anos.
Nascido em Senlis, ao Norte de Paris, Gameiro iniciou sua carreira como profissional na temporada 2005-2006, pelo Racing Club de Estrasburgo, onde passou três temporadas até se transferir para FC Lorient, clube em que esteve nas últimas três temporadas.
Na última temporada, Gameiro marcou 12 gols, que foram decisivos para manter o Lorient na Ligue 1, e chegou a ser convocado para a seleção francesa onde marcou seu primeiro gol contra a Ucrânia.
![]() | ||
| GAMEIRO USARÁ A CAMISA 99 |
ENTREVISTA COLETIVA
Kevin, você acaba de assinar com o PSG. Qual é a sua primeira reação?
- Estou muito feliz, muito orgulhoso. É um sonho que se realiza. Minha família e meus amigos estão aqui. Eu também sempre quis jogar no Parc des Princes. A atmosfera é fantástica! O PSG é um clube que eu realmente aprecio. Eu apoio o PSG desde a infância. Há um projeto grande aqui.
Muitos clubes procuraram ti. Por que escolheu o PSG?
- Eu escolhi Paris, porque é um grande clube francês, que fez uma temporada fantástica e nesse ano tem tudo pra fazer ainda mais. E Paris é o clube do meu coração, era um sonho poder jogar aqui e agora poderei realizá-lo.
Nascendo na região de Paris e parisiense de coração, você vinha regularmente ao Parc des Princes quando era mais jovem?
- Sim. Eu assisti vários jogos com o meu pai. Foram partidas muito agradáveis e Paris tinha uma grande equipe. Eu gostava muito do Marco Simone. Eu adorava o estilo dele. Era um atacante de verdade com um verdadeiro sentido de propósito. Quando vi ele com a camisa do PSG, eu disse aos meus pais: "um dia eu vou estar no seu lugar!" Agora atingirei este objetivo neste ano.
Por que escolheu o número 99? Algum motivo especial?
- Sim. Sempre gostei muito do número 9, até por certa influência do Simone. No Lorient eu usava a 9, mas aqui não é possível, já que o Hoarau está usando esse número, então pensei "melhor que o 9, só o 99 que é o número que eu gosto duas vezes", daí pedi a 99.
Você já foi convocado para a seleções sub-18 , sub-20 e sub-21 da França e chegou a principal, mas não manteve uma sequência. Você já pensa em voltar aos Bleus?
- Sim. Representar seu país na seleção é o sonho de todo jogador. Eu já tive essa oportunidade e foi maravilhoso. Infelizmente o Lorient não estava num bom momento, eu fiquei vários jogos sem marcar e como seleção é momento, eu não consegui manter uma sequência. Contudo, o Blanc ainda está montando um time para a Euro e acredito que outras oportunidades virão.
Para chegar a seleção, você tem que primeiro conquistar a condição de titular, que tem uma grande concorrência aqui. Como fazer isso?
- Com muito trabalho. O PSG realmente tem grandes atacantes, como o Hoarau e o Henry que fizeram uma temporada incrível, são jogadores que admiro e respeito, só tenho a aprender trabalhando com eles. Vou tentar fazer uma boa preparação e me adaptar rapidamente para buscar meu espaço. Sei que é difícil, mas se estou aqui é porque o Wenger acredita no meu potencial e eu também acredito. Vamos ver como vai ser depois. Sabemos que temos de ter uma boa temporada e que ele é longa.
- Estou muito feliz, muito orgulhoso. É um sonho que se realiza. Minha família e meus amigos estão aqui. Eu também sempre quis jogar no Parc des Princes. A atmosfera é fantástica! O PSG é um clube que eu realmente aprecio. Eu apoio o PSG desde a infância. Há um projeto grande aqui.
Muitos clubes procuraram ti. Por que escolheu o PSG?
- Eu escolhi Paris, porque é um grande clube francês, que fez uma temporada fantástica e nesse ano tem tudo pra fazer ainda mais. E Paris é o clube do meu coração, era um sonho poder jogar aqui e agora poderei realizá-lo.
Nascendo na região de Paris e parisiense de coração, você vinha regularmente ao Parc des Princes quando era mais jovem?
- Sim. Eu assisti vários jogos com o meu pai. Foram partidas muito agradáveis e Paris tinha uma grande equipe. Eu gostava muito do Marco Simone. Eu adorava o estilo dele. Era um atacante de verdade com um verdadeiro sentido de propósito. Quando vi ele com a camisa do PSG, eu disse aos meus pais: "um dia eu vou estar no seu lugar!" Agora atingirei este objetivo neste ano.
Por que escolheu o número 99? Algum motivo especial?
- Sim. Sempre gostei muito do número 9, até por certa influência do Simone. No Lorient eu usava a 9, mas aqui não é possível, já que o Hoarau está usando esse número, então pensei "melhor que o 9, só o 99 que é o número que eu gosto duas vezes", daí pedi a 99.
Você já foi convocado para a seleções sub-18 , sub-20 e sub-21 da França e chegou a principal, mas não manteve uma sequência. Você já pensa em voltar aos Bleus?
- Sim. Representar seu país na seleção é o sonho de todo jogador. Eu já tive essa oportunidade e foi maravilhoso. Infelizmente o Lorient não estava num bom momento, eu fiquei vários jogos sem marcar e como seleção é momento, eu não consegui manter uma sequência. Contudo, o Blanc ainda está montando um time para a Euro e acredito que outras oportunidades virão.
Para chegar a seleção, você tem que primeiro conquistar a condição de titular, que tem uma grande concorrência aqui. Como fazer isso?
- Com muito trabalho. O PSG realmente tem grandes atacantes, como o Hoarau e o Henry que fizeram uma temporada incrível, são jogadores que admiro e respeito, só tenho a aprender trabalhando com eles. Vou tentar fazer uma boa preparação e me adaptar rapidamente para buscar meu espaço. Sei que é difícil, mas se estou aqui é porque o Wenger acredita no meu potencial e eu também acredito. Vamos ver como vai ser depois. Sabemos que temos de ter uma boa temporada e que ele é longa.
Wenger falou um pouco sobre Gameiro.
"Esta é uma grande conquista para nós em ter assinado com Kevin quando sabíamos que ele era muito cortejado por grandes clubes europeus. Este é um dos melhores atacantes do campeonato, um jogador leve, rápido e enérgico, com boas habilidades e dribles. Ele entende perfeitamente a ambição do clube. Uma ambição que exige jovens talentosos que desejam escrever um novo capítulo na história do PSG."
Carlaut Johnseot (Presidente do PSG)
"A janela de transferências começa bem. Hoje é uma grande satisfação ver Kevin no Parc des Princes. Ele é parisiense de coração e com certeza honrará nossas cores. Espero que possamos ter mais anúncios nas próximas semanas. Nós temos uma intenção declarada de reforçar a equipe em cada compartimento. Devemos fazer um recrutamento sério para qualificar ainda mais o nosso grupo."
Carlaut Johnseot (Presidente do PSG)
"A janela de transferências começa bem. Hoje é uma grande satisfação ver Kevin no Parc des Princes. Ele é parisiense de coração e com certeza honrará nossas cores. Espero que possamos ter mais anúncios nas próximas semanas. Nós temos uma intenção declarada de reforçar a equipe em cada compartimento. Devemos fazer um recrutamento sério para qualificar ainda mais o nosso grupo."
7.10.11
Gallas acerta com o Inter de Milão
05/07/11
O zagueiro do Paris Saint-Germain, William Gallas (33), que atuou durante seis meses com a camisa do PSG e ajudou o time na conquista de dois títulos, agora vestirá a camisa do Inter de Milão.
O PSG agradece ao jogador pelo seu ótimo desempenho e lhe deseja boa sorte em sua nova jornada.
O zagueiro do Paris Saint-Germain, William Gallas (33), que atuou durante seis meses com a camisa do PSG e ajudou o time na conquista de dois títulos, agora vestirá a camisa do Inter de Milão.
O PSG agradece ao jogador pelo seu ótimo desempenho e lhe deseja boa sorte em sua nova jornada.
4.10.11
Apresentação de Arsène Wenger, o novo treinador do PSG
04/07/11
Os nomes de Carlo Ancelotti, Rafa Benítez e Leonardo foram os principais especulados por estarem sem clube. Por que optou por um treinador com contrato?
- Porque o Wenger é um dos melhores treinadores do mundo, se não o melhor. Os nomes citados também são grandes treinadores, mas o Wenger é mais "a cara" do PSG, e se encaixa perfeitamente nas políticas do clube. Tenho absoluta certeza de que ele levará o PSG ao topo.
O que te faz ter tanta confiança no Wenger já que ele não conquista um título há 7 anos?
- O Wenger é um grande estrategista e tem a capacidade de transmitir força mental aos jogadores que orienta, por isso confio no trabalho dele. Ele não se tornou um mau treinador, ou alguém que perdeu o jeito com o jogo por não conquistar um título nesse período de 7 anos. Isso não faz sentido, até porque a conquista de um título não depende só do treinador.
Você chegou a entrar em contato com algum outro treinador?
- Não. O Wenger era a primeira, a segunda e a terceira opção. Conversei com o Raí, que está no Brasil resolvendo alguns assuntos em nome do PSG, e ele também concordou que o Wenger era o melhor nome.
Como foi a negociação?
- O Wenger tinha contrato até 2014 e queria cumpri-lo, mas também queria vir para o PSG, eu estava disposto a tudo para poder contar com o Wenger e em uma reunião junto com o presidente do Arsenal conversamos bastante e o presidente do Arsenal não garantiu manter os principais jogadores do time, enquanto eu garanti manter uma boa base do nosso elenco. Entramos num acordo e como agradecimento a tudo que o Wenger fez pelo Arsenal o contrato foi rescindido amigavelmente.
Qual seu planejamento em relação a reforços?
- Quero manter a base do time, então só sairá do PSG quem quiser. Irei disponibilizar uma boa verba para contratações, já que conquistamos dois títulos e vamos disputar a Liga dos Campeões. Os nomes ficam por conta do Wenger e vamos nos esforçar ao máximo para poder trazer quem ele desejar para reforçar o elenco.
Qual seu sentimento neste momento?
- Felicidade e confiança. Estou muito feliz por estar aqui no PSG, um clube jovem e vencedor, que conta com uma torcida fanática, uma ótima categoria de base, um excelente centro de treinamento, um lindo estádio, profissionais de alto nível e um planejamento fantástico que tem tudo para dar certo. Também estou bastante confiante de que com minha experiência eu possa dar continuidade ao ótimo trabalho feito aqui pelo Kombouaré ajudando o time a chegar aos seus objetivos.
Como é deixar um time depois de quase 15 anos?
- É bastante difícil, pois envolve muitas coisas e mexe com os sentimentos. Dediquei quase 1/4 da minha vida ao Arsenal e tenho uma relação muito especial com o clube e com os torcedores, nada apagará isso. Não foi uma decisão fácil, mas inevitavelmente sairia do Arsenal um dia. Saio de cabeça erguida e feliz por tudo ter acontecido de forma amigável.
Você assinou por 5 anos. Já pensa em quem sabe repetir seu período no Arsenal aqui no PSG?
- Esse contrato de 5 anos mostra a confiança do presidente CJ no meu trabalho, estamos nos entendendo muito bem, porém estou com 61 anos, a maior parte da minha vida tenho respirado futebol e não sei quanto tempo ainda trabalharei no futebol, mas tudo é possível... só o tempo vai dizer.
Em uma entrevista você havia dito que poderia trabalhar no PSG no futuro, mas não como treinador e sim como dirigente. O que te fez mudar de idéia?
- Quando disse isso, o PSG precisava de um dirigente para sentar numa mesa com investidores e dar ao clube os meios financeiros, pois passava por dificuldades, mas os administradores achavam que uma simples mudança de treinador resolveria os problemas. Agora o PSG tem um músculo financeiro, pois, além do presidente CJ que pode investir como dono do clube, tem também o Diretor Esportivo Raí que atrai outros investidores, ou seja, é um momento diferente, agora o PSG realmente precisava de um treinador devido a saída do Kombouaré.
A cobrança e as críticas que você vinha recebendo, por não conquistar nenhum título nos últimos 7 anos e por confiar demais na juventude, influenciou na sua saída do Arsenal?
- De maneira alguma. Nós treinadores somos cobrados e criticados diariamente e temos que saber lidar com isso, faz parte da nossa profissão. Sempre obtive bons resultados com jogadores jovens, infelizmente isso não aconteceu nos últimos anos, mas creio que não foi devido a juventude dos jogadores, por isso continuarei trabalhando com jovens talentos.
Esse longo período sem título te incomoda?
- Pra falar a verdade incomoda, principalmente por ter chegado a algumas finais e não ter vencido, contudo esse período foi de grande aprendizado e aprender sempre é muito importante. Agora aqui no PSG espero poder passar tudo que sei para ajudar o time rumo aos títulos.
O que pesou na sua decisão de vir para o PSG?
- É uma soma de fatores. Sempre tive o desejo de trabalhar no meus país novamente, o PSG é um grande time que está em ascensão, precisava de um treinador e o presidente CJ me fez um excelente proposta, mostrando-me um projeto ambicioso no qual eu concordo com as ambições do presidente e do clube, então decidi que era o momento de mudar.
Você e o Gallas se desentenderam e ele acabou saindo do Arsenal. Como vai ser reencontrá-lo aqui?
- Nossos desentendimentos foram devido a algumas atitudes e opiniões divergentes, foi coisa de momento, já passou. Somos adultos e profissionais, tenho certeza de que com uma boa conversa vamos nos acertar.
Outro que você vai reencontrar aqui é o Henry. O que espera ao trabalhar com ele novamente?
- Do Henry só se espera coisas boas, ele é um cara sensacional além de um atacante incrível! A primeira vez que trabalhamos juntos, no Monaco, o Henry estava dando os primeiros passos e já se via seu grande potencial. Tinha certeza que ele teria uma carreira brilhante. Já mais maduro, ele fez história no Arsenal se tornando o maior artilheiro do clube. Agora aqui no PSG, com seus 33 anos, ele mostrou que ainda tem muita lenha para queimar, sendo o artilheiro da Ligue 1 e ajudando a equipe na conquista dos títulos. Pra mim será um prazer imenso trabalhar com o Henry mais uma vez!
No elenco há mais alguém que você conhece?
- Pessoalmente não, mas desde que fui pra Inglaterra sempre acompanhei o máximo que pude do futebol francês e na última temporada como o PSG se destacou, eu o acompanhei bastante e deu pra ver bem as características dos jogadores, aqui têm muitos jogadores que podem vestir a camisa dos melhores times do mundo. De qualquer maneira, na reapresentação dos jogadores conhecerei a todos e no dia-a-dia vamos nos conhecendo melhor e nos entrosando.
Você já pensa em jogadores para reforçar o elenco?
- Sim. Tenho uma lista com os nomes de alguns jogadores que venho observando. O PSG tem um bom time formado, mas perdeu dois grandes jogadores o Makelele e o Coupet. Se o PSG conseguir manter uma base do time, como o presidente pretende, acredito que 4 ou 5 contratações já são o suficiente para iniciar meu trabalho e manter ao PSG num alto nível. Também vou observar a categoria de base e os times juniores, pois aqui em Paris sempre há bons valores.
![]() |
| Arsène Wenger no Parc des Princes, sua 'nova casa' |
![]() |
| Arsène Wenger assina o contrato de 5 anos |
![]() |
| Arsène Wenger e presidente CJ comemoram o contrato com aperto de mão |
![]() |
| Arsène Wenger e presidente CJ durante a entrevista coletiva |
ENTREVISTA COLETIVA PRESIDENTE CJ
- Porque o Wenger é um dos melhores treinadores do mundo, se não o melhor. Os nomes citados também são grandes treinadores, mas o Wenger é mais "a cara" do PSG, e se encaixa perfeitamente nas políticas do clube. Tenho absoluta certeza de que ele levará o PSG ao topo.
O que te faz ter tanta confiança no Wenger já que ele não conquista um título há 7 anos?
- O Wenger é um grande estrategista e tem a capacidade de transmitir força mental aos jogadores que orienta, por isso confio no trabalho dele. Ele não se tornou um mau treinador, ou alguém que perdeu o jeito com o jogo por não conquistar um título nesse período de 7 anos. Isso não faz sentido, até porque a conquista de um título não depende só do treinador.
Você chegou a entrar em contato com algum outro treinador?
- Não. O Wenger era a primeira, a segunda e a terceira opção. Conversei com o Raí, que está no Brasil resolvendo alguns assuntos em nome do PSG, e ele também concordou que o Wenger era o melhor nome.
Como foi a negociação?
- O Wenger tinha contrato até 2014 e queria cumpri-lo, mas também queria vir para o PSG, eu estava disposto a tudo para poder contar com o Wenger e em uma reunião junto com o presidente do Arsenal conversamos bastante e o presidente do Arsenal não garantiu manter os principais jogadores do time, enquanto eu garanti manter uma boa base do nosso elenco. Entramos num acordo e como agradecimento a tudo que o Wenger fez pelo Arsenal o contrato foi rescindido amigavelmente.
Qual seu planejamento em relação a reforços?
- Quero manter a base do time, então só sairá do PSG quem quiser. Irei disponibilizar uma boa verba para contratações, já que conquistamos dois títulos e vamos disputar a Liga dos Campeões. Os nomes ficam por conta do Wenger e vamos nos esforçar ao máximo para poder trazer quem ele desejar para reforçar o elenco.
ENTREVISTA COLETIVA ARSÈNE WENGER
Qual seu sentimento neste momento?
- Felicidade e confiança. Estou muito feliz por estar aqui no PSG, um clube jovem e vencedor, que conta com uma torcida fanática, uma ótima categoria de base, um excelente centro de treinamento, um lindo estádio, profissionais de alto nível e um planejamento fantástico que tem tudo para dar certo. Também estou bastante confiante de que com minha experiência eu possa dar continuidade ao ótimo trabalho feito aqui pelo Kombouaré ajudando o time a chegar aos seus objetivos.
Como é deixar um time depois de quase 15 anos?
- É bastante difícil, pois envolve muitas coisas e mexe com os sentimentos. Dediquei quase 1/4 da minha vida ao Arsenal e tenho uma relação muito especial com o clube e com os torcedores, nada apagará isso. Não foi uma decisão fácil, mas inevitavelmente sairia do Arsenal um dia. Saio de cabeça erguida e feliz por tudo ter acontecido de forma amigável.
Você assinou por 5 anos. Já pensa em quem sabe repetir seu período no Arsenal aqui no PSG?
- Esse contrato de 5 anos mostra a confiança do presidente CJ no meu trabalho, estamos nos entendendo muito bem, porém estou com 61 anos, a maior parte da minha vida tenho respirado futebol e não sei quanto tempo ainda trabalharei no futebol, mas tudo é possível... só o tempo vai dizer.
Em uma entrevista você havia dito que poderia trabalhar no PSG no futuro, mas não como treinador e sim como dirigente. O que te fez mudar de idéia?
- Quando disse isso, o PSG precisava de um dirigente para sentar numa mesa com investidores e dar ao clube os meios financeiros, pois passava por dificuldades, mas os administradores achavam que uma simples mudança de treinador resolveria os problemas. Agora o PSG tem um músculo financeiro, pois, além do presidente CJ que pode investir como dono do clube, tem também o Diretor Esportivo Raí que atrai outros investidores, ou seja, é um momento diferente, agora o PSG realmente precisava de um treinador devido a saída do Kombouaré.
A cobrança e as críticas que você vinha recebendo, por não conquistar nenhum título nos últimos 7 anos e por confiar demais na juventude, influenciou na sua saída do Arsenal?
- De maneira alguma. Nós treinadores somos cobrados e criticados diariamente e temos que saber lidar com isso, faz parte da nossa profissão. Sempre obtive bons resultados com jogadores jovens, infelizmente isso não aconteceu nos últimos anos, mas creio que não foi devido a juventude dos jogadores, por isso continuarei trabalhando com jovens talentos.
Esse longo período sem título te incomoda?
- Pra falar a verdade incomoda, principalmente por ter chegado a algumas finais e não ter vencido, contudo esse período foi de grande aprendizado e aprender sempre é muito importante. Agora aqui no PSG espero poder passar tudo que sei para ajudar o time rumo aos títulos.
O que pesou na sua decisão de vir para o PSG?
- É uma soma de fatores. Sempre tive o desejo de trabalhar no meus país novamente, o PSG é um grande time que está em ascensão, precisava de um treinador e o presidente CJ me fez um excelente proposta, mostrando-me um projeto ambicioso no qual eu concordo com as ambições do presidente e do clube, então decidi que era o momento de mudar.
Você e o Gallas se desentenderam e ele acabou saindo do Arsenal. Como vai ser reencontrá-lo aqui?
- Nossos desentendimentos foram devido a algumas atitudes e opiniões divergentes, foi coisa de momento, já passou. Somos adultos e profissionais, tenho certeza de que com uma boa conversa vamos nos acertar.
Outro que você vai reencontrar aqui é o Henry. O que espera ao trabalhar com ele novamente?
- Do Henry só se espera coisas boas, ele é um cara sensacional além de um atacante incrível! A primeira vez que trabalhamos juntos, no Monaco, o Henry estava dando os primeiros passos e já se via seu grande potencial. Tinha certeza que ele teria uma carreira brilhante. Já mais maduro, ele fez história no Arsenal se tornando o maior artilheiro do clube. Agora aqui no PSG, com seus 33 anos, ele mostrou que ainda tem muita lenha para queimar, sendo o artilheiro da Ligue 1 e ajudando a equipe na conquista dos títulos. Pra mim será um prazer imenso trabalhar com o Henry mais uma vez!
No elenco há mais alguém que você conhece?
- Pessoalmente não, mas desde que fui pra Inglaterra sempre acompanhei o máximo que pude do futebol francês e na última temporada como o PSG se destacou, eu o acompanhei bastante e deu pra ver bem as características dos jogadores, aqui têm muitos jogadores que podem vestir a camisa dos melhores times do mundo. De qualquer maneira, na reapresentação dos jogadores conhecerei a todos e no dia-a-dia vamos nos conhecendo melhor e nos entrosando.
Você já pensa em jogadores para reforçar o elenco?
- Sim. Tenho uma lista com os nomes de alguns jogadores que venho observando. O PSG tem um bom time formado, mas perdeu dois grandes jogadores o Makelele e o Coupet. Se o PSG conseguir manter uma base do time, como o presidente pretende, acredito que 4 ou 5 contratações já são o suficiente para iniciar meu trabalho e manter ao PSG num alto nível. Também vou observar a categoria de base e os times juniores, pois aqui em Paris sempre há bons valores.
14.9.11
Antoine Kombouaré se despede do PSG antes de seguir para os Bleus
27/06/11
Antoine Kombouaré recém-contratado pela FFF para trabalhar junto com Laurent Blanc na seleção da França, deu sua última entrevista como treinador do PSG, acompanhe:
Como você reagiu ao receber a proposta da FFF?
- Fiquei surpreso, pensei que o Blanc estava de saída, mas aí me explicaram que foi o Blanc que pediu e que era pra trabalhar junto com ele, e isso pra mim foi uma grande alegria.
Você aceitou a proposta de imediato?
- Não. O presidente CJ foi um dos que acreditaram no meu trabalho e não podia aceitar sem antes conversar com ele. Falei que se ele quisesse, cumpriria o meu contrato com o PSG até o fim. Ele me apoiou e disse que devemos sempre correr atrás dos nossos sonhos.
Você já havia recusado propostas de alguns clubes, por que aceitou a da FFF?
- Estava totalmente focado no PSG, já projetando a próxima temporada em que o time vai participar da Liga dos Campeões e visa fazer uma boa campanha. Nesse momento, não sairia por dinheiro e para clube nenhum do mundo, mas uma proposta para trabalhar na seleção do seu país não surge todo dia e também trata-se de um sonho, por isso aceitei.
Então trabalhar na seleção já era um objetivo seu?
- Sim. Vinha trabalhando com o sonho de um dia poder trabalhar nos Bleus, só não esperava que isso fosse acontecer agora, pois o Blanc vem fazendo um bom trabalho, mas ele disse que está encontrando algumas dificuldades e que juntos podemos supera-las e recuperar o prestígio da seleção levando-a de volta ao grupo de grandes do futebol mundial, que é o objetivo.
Qual é sua visão da vida de treinador?
- A vida de treinador não é nada fácil, mesmo ele não tendo culpa de um fracasso, ele é o maior responsabilizado, ainda mais de seleção, que disputa poucos títulos e tem uma nação inteira torcendo, na expectativa de vencer e quando isso não acontece, milhões de pessoas se decepcionam. Daí vem a cobrança e a pressão, mas nós que escolhemos essa profissão, temos que saber lidar com isso, mas sempre dando o máximo pra que não haja decepção.
Como é pra você deixar o PSG nesse momento tão especial que o clube vive?
- É muito difícil. Tinha mais metas a alcançar com o PSG, mas não é sempre que se consegue realizar seus sonhos e eu tive a oportunidade de escolher qual realizar nesse momento. Espero um dia poder voltar ao PSG e que isso não seja um adeus e sim um até logo.
O presidente CJ falou da saída de Kombouaré.
- O Kombouaré é um cara sensacional, tanto pessoal como profissional. Contavamos com o trabalho dele para a próxima temporada com a certeza de que ele manteria o time em um alto nível e brigando por títulos, mas apareceu essa proposta da FFF e ele não podia perder a oportunidade de batalhar pelo seu sonho. Fico muito feliz por ele, lhe desejo tudo de bom e que ele possa fazer um ótimo trabalho na nossa seleção.
Antoine Kombouaré iniciou a carreira como treinador em 1999 no Paris Saint-Germain B, onde passou quatro anos até ser contratado pelo RC Strasbourg em 2003. Na temporada 2003-04, Kombouaré levou o RC Strasbourg a uma posição respeitável na Ligue 1 terminando em 13º, mas na temporada seguinte com a saída de alguns jogadores, principalmente a de Danijel Ljuboja, a equipe foi seriamente prejudicada e Kombouaré foi demitido em outubro 2004 , pouco mais de um ano após sua chegada.
Em Julho de 2005, ele assumiu o Valenciennes, clube recém-promovido a Ligue 2 para a temporada 2005-06, e levou o time ao título e de volta a Ligue 1 em que o time não participava desde 1993. Nas três temporadas que se seguiram, Kombouaré ajudou o clube a se estabilizar no nível mais alto do futebol francês. Ele melhorou a posição do clube em cada temporada: 14º em 2006-07, 13º em 2007-08 e 12° em 2008-09, estabelecendo suas credenciais como um treinador que pode alcançar resultados impressionantes em um orçamento apertado.
Depois de estabilizar o Valenciennes na Ligue 1, ele assinou em 29 de maio de 2009 um contrato de três anos com o Paris Saint-Germain. Na temporada 2009-10 o PSG se encontrava com dificuldades, além de lesões de vários jogadores, e o time foi apenas o 13º na Ligue 1. Contudo, Kombouaré conseguiu levar o time ao título da Copa da França, garantindo a vaga para Europa League na temporada seguinte.
Na temporada 2010-11, com o PSG sob nova administração, o time fez contratações pontuais, e vinha muito bem, até que foi eliminado na 1ª rodada da Copa da França. Kombouaré não deixou ninguém se abater e fez uma temporada histórica levando o time ao título da Ligue 1 e da Europa League, garantindo a vaga na Liga dos Campeões para a próxima temporada.
TÍTULOS
Valenciennes
Ligue 2 (2005-06)
Paris Saint-Germain
Copa da França (2009-10)
Ligue 1 (2010-11)
Europa League (2010-11)
PRÊMIOS
UNFP Trophy (melhor treinador na Ligue 2 2005-06)
UNFP Trophy (melhor treinador na Ligue 1 2010-11)
UEFA Prix (treinador reveleção da Europa 2010-11)
France Football (treinador reveleção da Europa 2010-11)
Antoine Kombouaré recém-contratado pela FFF para trabalhar junto com Laurent Blanc na seleção da França, deu sua última entrevista como treinador do PSG, acompanhe:
Como você reagiu ao receber a proposta da FFF?
- Fiquei surpreso, pensei que o Blanc estava de saída, mas aí me explicaram que foi o Blanc que pediu e que era pra trabalhar junto com ele, e isso pra mim foi uma grande alegria.
Você aceitou a proposta de imediato?
- Não. O presidente CJ foi um dos que acreditaram no meu trabalho e não podia aceitar sem antes conversar com ele. Falei que se ele quisesse, cumpriria o meu contrato com o PSG até o fim. Ele me apoiou e disse que devemos sempre correr atrás dos nossos sonhos.
Você já havia recusado propostas de alguns clubes, por que aceitou a da FFF?
- Estava totalmente focado no PSG, já projetando a próxima temporada em que o time vai participar da Liga dos Campeões e visa fazer uma boa campanha. Nesse momento, não sairia por dinheiro e para clube nenhum do mundo, mas uma proposta para trabalhar na seleção do seu país não surge todo dia e também trata-se de um sonho, por isso aceitei.
Então trabalhar na seleção já era um objetivo seu?
- Sim. Vinha trabalhando com o sonho de um dia poder trabalhar nos Bleus, só não esperava que isso fosse acontecer agora, pois o Blanc vem fazendo um bom trabalho, mas ele disse que está encontrando algumas dificuldades e que juntos podemos supera-las e recuperar o prestígio da seleção levando-a de volta ao grupo de grandes do futebol mundial, que é o objetivo.
Qual é sua visão da vida de treinador?
- A vida de treinador não é nada fácil, mesmo ele não tendo culpa de um fracasso, ele é o maior responsabilizado, ainda mais de seleção, que disputa poucos títulos e tem uma nação inteira torcendo, na expectativa de vencer e quando isso não acontece, milhões de pessoas se decepcionam. Daí vem a cobrança e a pressão, mas nós que escolhemos essa profissão, temos que saber lidar com isso, mas sempre dando o máximo pra que não haja decepção.
Como é pra você deixar o PSG nesse momento tão especial que o clube vive?
- É muito difícil. Tinha mais metas a alcançar com o PSG, mas não é sempre que se consegue realizar seus sonhos e eu tive a oportunidade de escolher qual realizar nesse momento. Espero um dia poder voltar ao PSG e que isso não seja um adeus e sim um até logo.
O presidente CJ falou da saída de Kombouaré.
- O Kombouaré é um cara sensacional, tanto pessoal como profissional. Contavamos com o trabalho dele para a próxima temporada com a certeza de que ele manteria o time em um alto nível e brigando por títulos, mas apareceu essa proposta da FFF e ele não podia perder a oportunidade de batalhar pelo seu sonho. Fico muito feliz por ele, lhe desejo tudo de bom e que ele possa fazer um ótimo trabalho na nossa seleção.
TRAJETÓRIA DE KOMBOUARÉ ATÉ CHEGAR AOS BLEUS
Antoine Kombouaré iniciou a carreira como treinador em 1999 no Paris Saint-Germain B, onde passou quatro anos até ser contratado pelo RC Strasbourg em 2003. Na temporada 2003-04, Kombouaré levou o RC Strasbourg a uma posição respeitável na Ligue 1 terminando em 13º, mas na temporada seguinte com a saída de alguns jogadores, principalmente a de Danijel Ljuboja, a equipe foi seriamente prejudicada e Kombouaré foi demitido em outubro 2004 , pouco mais de um ano após sua chegada.
Em Julho de 2005, ele assumiu o Valenciennes, clube recém-promovido a Ligue 2 para a temporada 2005-06, e levou o time ao título e de volta a Ligue 1 em que o time não participava desde 1993. Nas três temporadas que se seguiram, Kombouaré ajudou o clube a se estabilizar no nível mais alto do futebol francês. Ele melhorou a posição do clube em cada temporada: 14º em 2006-07, 13º em 2007-08 e 12° em 2008-09, estabelecendo suas credenciais como um treinador que pode alcançar resultados impressionantes em um orçamento apertado.
Depois de estabilizar o Valenciennes na Ligue 1, ele assinou em 29 de maio de 2009 um contrato de três anos com o Paris Saint-Germain. Na temporada 2009-10 o PSG se encontrava com dificuldades, além de lesões de vários jogadores, e o time foi apenas o 13º na Ligue 1. Contudo, Kombouaré conseguiu levar o time ao título da Copa da França, garantindo a vaga para Europa League na temporada seguinte.
Na temporada 2010-11, com o PSG sob nova administração, o time fez contratações pontuais, e vinha muito bem, até que foi eliminado na 1ª rodada da Copa da França. Kombouaré não deixou ninguém se abater e fez uma temporada histórica levando o time ao título da Ligue 1 e da Europa League, garantindo a vaga na Liga dos Campeões para a próxima temporada.
TÍTULOS
Valenciennes
Ligue 2 (2005-06)
Paris Saint-Germain
Copa da França (2009-10)
Ligue 1 (2010-11)
Europa League (2010-11)
PRÊMIOS
UNFP Trophy (melhor treinador na Ligue 2 2005-06)
UNFP Trophy (melhor treinador na Ligue 1 2010-11)
UEFA Prix (treinador reveleção da Europa 2010-11)
France Football (treinador reveleção da Europa 2010-11)
11.9.11
Ligue 1 - 38ª Rodada - PSG 4 x 0 Monaco
19/06/11
PSG fecha a temporada com chave de ouro!Melhores Momentos
Hoarau foi o líder em assistências, vice-artilheiro, eleito o melhor jogador do campeonato e ao lado de Henry que foi o artilheiro, integraram à seleção do campeonato
Artilharia
Líder em assistências
Bodmer: "Nunca havia feito três gols numa mesma partida, estou muito feliz com isso e mais feliz ainda em poder fazer parte desse grupo glorioso! Vou trabalhar para poder voltar em alto nível na próxima temporada!"
Henry: "Quando cheguei aqui no início da temporada, tinha um objetivo junto com o grupo que era de conquistar títulos. Agora chegamos ao final da temporada com dois títulos e fico muito feliz em poder ter ajudado o time com meus gols e ter sido o artilheiro do campeonato, isso traz de volta a confiança em mim mesmo!"
Hoarau: "Encerramos a temporada da melhor maneira possível! Estou muito feliz em ter sido eleito o melhor jogador do campeonato e em ter ajudado a equipe com gols e assistências! Só que o mais importante pra mim foram os títulos coletivos!"
Coupet: "Superamos todos os obstáculos nessa longa temporada e teremos um descanço merecido, pois ninguém é de ferro (risos). Espero que a próxima temporada seja tão boa ou melhor que essa, para isso continuaremos trabalhando duro!"
Gallas: "Conquistamos dois títulos maravilhosos e encerramos a temporada com uma bela goleada. É incrível a força desse grupo, temos tudo para ir longe!
Makélélé: "Posso dizer que por essa temporada estamos satisfeitos, pois alcançamos nossos objetivos! Agora é descançar nessas férias para voltarmos com força total na próxima temporada rumo à novas conquistas!"
Giuly: "Foi uma temporada muito positiva com conquistas de títulos, grandes vitórias e a grande invencibilidade no Parc des Princes. Agora teremos um tempo para relaxar, para voltar com tudo!"
Nenê: "Mal acabou a temporada e já estou ansioso para que comece a próxima! Apesar do cansaço, jogaria mais uma temporada sem férias, só para matar minha ansiedade!"
Classificação final
Assinar:
Postagens (Atom)


















